Blog do Edivaldo Diogenes


09/03/2007


O FIO NÃO FOI CORTADO

Já estamos a quase dois meses da Morte de MINHA MÃE... nunca vou esquecê-la, até porque através de santo agostinho ela diz...”Rezem, sorriam pensem em mim.” E é isso que temos de fazer.

Quando comecei a  escrever este blog, Thais, sempre escrevia que lia para mamãe, e ela  confirmava tudo, e enchia os olhos de lagrimas, gostava  de relembra seu passado, aliás, nosso passado.

Relembrando o Poema de  Santo Agostinho, impresso no retrato em homenagem ao 30° de Morte da mamãe: A VIDA SIGNIFICA TUDO O QUE ELA SEMPRE SIGNIFICOU O FIO NÃO FOI CORTADO. PORQUE  EU ESTARIA  FORA DE SEUS PENSAMENTOS, AGORA QUE  ESTOU FORA DE SUAS VISTAS?

É  MÃE o fio não foi cortado, e sempre estaremos juntos, um pensando no outro. A senhora continuara lendo meu blog, assim como meus irmãos e filhos, até porque o blog é só da família, por isso hoje não vou chorar, vou lhe homenagear, relembrando cada um de seus vizinhos da Pinto Madeira, onde a senhora teve momentos muito bons, e momentos tristes.

Lá na esquina, da Pinto Madeira, com João Cordeiro, Morava Dona Nilda, uma Mulher Gorda, alva, espalhafatosa, casada com Seu Wilson, moreno, Magro, e tinha  um caminhão que carregava madeira. Tinha uma quantidade Enorme de Filhos, lembro-me o Nome de Alguns, o Edson, Niniu, Zé Wilson, Carlinho, Wilton, Maria Alice, acho que tinha outra, que não lembro o nome agora. Descendo para Gonçalves Ledo, vizinho, vinha o Seu Raimundo e a D. Osmarina, que tinha os filhos Raimundinho, Roberto, Ramiro, Rosemeire  e a  Cria Francisca. Logo depois Vinha o Seu Raul (mecânico) casado com dona Edite, e tinha os filhos Glones e Glades. Tinha nossa casa, depois vinha à Casa da Dona Maroca, que se mudou, e em seu Lugar veio a Dona Albertina, em seguida Morava dona Laura e sua Filha Maria, vizinho Morava sozinha dona Fransquinha, uma senhora Gorda, que morreu, e na Casa Veio Morar a  Bernadete, Seu Dimas e Filhos, seguindo ainda em direção a Gonçalves Ledo, tinha a Casa da Dona Ana Praciano, depois tinha uma casa só com moças, não lembro no nome delas, vizinho as Três Irmãs Chacons,  se seguida Dona Sergia e Seu Pimenta, Parede meia, Dona Iracema e Seu Walter, na Esquina a Bodega do Oscar,

Mudando de Calçada, e seguindo no sentido Gonçalves Ledo, João Cordeiro, tinha a Casa dos Donos da Auto Volante, onde morava o Patriarca, o Senhor, Arlindo com suas esposas e filhos, logo após tinha a Casa do Junior, vizinho morava uma parente da Lucia do Tio Evaldo, com três filhos, Ângela, Gerardo e Geraldo, depois a Casa do seu Chico Mendes, que depois foi vendida ao Seu Manezinho, e depois foi um colégio onde estudaram Regina, Ana e Aliatar. No Numero 1052, a Casa mais Bonita, era a Casa dos Teófilo, a primeira a ter TV, e por fim a Casa do Seu Benjamim, cujo filho é hoje o Desembargador Fernando Ximenes.

Era assim nosso quarteirão, do lado de cá da calçada, as casa de porta e Janela, onde morávamos alugadas do senhorio Sr. Binô, por gente humilde com cadeiras na calçada Do lado de lá as Casas grandes, com jardins, todas Próprias.

Pois é mãe, “ “o fio não foi cortado”, e com certeza do outro lado do caminho, a senhora continuará lendo meu blog, e quem sabe  estará  sorrindo com a memória louca de seu filho. Lembrar todos seus vizinhos foi a maneira mãe, de meu mundo das criaturas, lhe homenagear no "mundo do Criador " a vida continua linda e bela, como sempre foi, e continuaremos pensando em vc.

Te amo. Viu? Não chorei!

Escrito por ediogenes às 18h20
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